25.9.13

cry, cry, cry, cry

Esse monstro que vive dentro de mim. Que me aterroriza, que é meu lado mais brilhante, que me surpreende e me constrange. Esse monstro que reflete tudo que há de melhor e pior em mim. Que dita minha vida, me mostra a direção e está constantemente mudando de ideia. Esse monstro que me perturba e me orgulha. Que não se cala, não se afasta e não se abate. Permanentemente inconstante.

Sonhei com sete cabeças na outra noite. Muito sangue, muitas lágrimas e muita dor. Todo o peso do mundo. E a libertação. De repente, fim.

Calmaria. Paz. Lençóis brancos. Sossego. Poderia ser até felicidade.

Mas nunca seria.
Não para esse monstro.

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