10.5.12

viva

é uma alegria que não se esvai.
é a redescoberta, são as pessoas,
é o amor que existe.
o sorriso no meu rosto
e o frio que não me afeta.
as cervejas geladas,
as conversas no metrô,
os giros na pista de dança.
os poemas, os chocolates
e as manhãs.
é ele, é ela, são todos.

e sou eu, fênix,
ressurgindo das cinzas.

1  +:

Antônio LaCarne disse...

aline, sou da opinião que das simplicidades nascem as coisas mais interessantes e verdadeiras.

lindo o seu poema, como o blog todo, que pra mim, é uma inspiração.

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